Telhado de escola desaba e atinge aluno na Vila do Sucuriju, no Município de Amapá
Telhado de escola desaba e atinge aluno na Vila do Sucuriju, no Município de Amapá
Um grave incidente foi registrado nesta sexta-feira na Escola Estadual Antônio Teixeira Guerra, localizada na Vila do Sucuriju, comunidade pertencente ao município de Amapá.
De acordo com relatos de moradores, parte da estrutura do telhado da escola cedeu repentinamente e acabou caindo sobre um estudante que estava no local. O aluno ficou ferido após ser atingido pelos destroços, causando grande preocupação entre a comunidade escolar.

Além do susto e do risco à vida do estudante, moradores denunciam que a criança não teria recebido o auxílio necessário por parte da instituição logo após o acidente, o que gerou ainda mais indignação entre pais e responsáveis.
Segundo a comunidade, o prédio da escola já apresentava sinais claros de deterioração há bastante tempo. A estrutura estaria bastante comprometida, com partes do telhado enfraquecidas e outros pontos do prédio considerados inseguros. Moradores afirmam que a situação é preocupante e que a escola estaria sujeita a novos desabamentos.
“Essa escola está em péssimas condições. A estrutura está deteriorada e já vinha dando sinais de que algo poderia acontecer. Nossas crianças correm risco”, relatou um morador da vila.
O caso reacende o debate sobre a precariedade da infraestrutura de escolas em regiões remotas do estado do Amapá, onde muitas unidades enfrentam problemas estruturais e falta de manutenção.
Até o momento, a Secretaria de Estado da Educação do Amapá (Seed) e o Governo do Estado do Amapá ainda não se manifestaram oficialmente sobre o ocorrido.
Moradores e pais de alunos cobram providências urgentes das autoridades, incluindo uma vistoria técnica na escola, reparos estruturais imediatos ou até a interdição do prédio, caso seja confirmado risco à segurança de estudantes e servidores. A comunidade teme que novos acidentes possam ocorrer se nenhuma medida for tomada rapidamente.
Diante do ocorrido, a população pede uma ação urgente das autoridades para realizar uma vistoria técnica na escola e garantir a segurança dos alunos e profissionais que utilizam o espaço. Os moradores cobram ainda uma reforma estrutural imediata ou a interdição do prédio até que as condições adequadas sejam restabelecidas.
A comunidade agora aguarda posicionamento dos órgãos responsáveis sobre as medidas que serão adotadas para evitar novos acidentes.











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